Bruxaria e Feitiços para o Amor
 

 

 

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Tarô, taro ou tarot é um jogo de cartas jogado pela França e países francófonos, que utiliza um baralho de 78 cartas de Tarô. A Fédération Française de Tarot publicou as regras oficias do jogo.

As cartas de Tarô surgiram entre os séculos XV e XVI, e foram criadas para um jogo de mesmo nome, que era jogado pelos nobres, nas cortes dos grandes castelos.

Etimologia
A palavra tarô na língua portuguesa (ou em outras línguas: tarot, tarock, tarok, tarocco, tarocchi etc) não possui uma tradução específica, ninguém sabe ao certo sua real etimologia; contudo, podemos entender que a função de seus jogos e estudos seja revelar "um novo caminho ou postura perante os objetivos". Ele é considerado um alfabeto simbólico composto por imagens arquétipicas as quais estão baseadas na vida humana em seu complexo sentido de começo-meio-fim. O tarô também pode ser considerado como um diagrama da vida, uma mensagem do inconsciente ou até a ponte entre o plano terrestre e o espiritual. Assim, neste contexto, o tarô serve tanto para uma orientação psicológica ou terapêutica quanto para a adivinhação ou predição do futuro; também, para muitos, é considerado o melhor veículo para o autoconhecimento.

O tarô tradicional possui 78 cartas, cada qual é denominada de arcano, palavra que significa "mistérios ou segredos a serem desvendados" e foi incorporada pelos ocultistas do século XIX que até então se chamava trunfos. Atualmente, tanto os estudiosos quanto as modernas editoras estão tentando desmembrar o que seja um tarô ou não e, geralmente, se tem classificado de baralho ou cartas tudo aquilo que não seja os peculiares 78 símbolos do tarô tradicional. Por exemplo, as cartas ciganas, as cartas xamânicas, as cartas dos anjos etc - todas possuem um espetacular valor e, no entanto, suas imagens arquetípicas estão baseadas em outra codificação espiritual.

Estrutura
O tarô é constituido de 78 arcanos e se encontra dividido em dois grandes grupos:

Arcanos maiores
1) Os Arcanos maiores possuem 22 símbolos arquetípicos que revelam os estados latentes das idéias e possibilidades da vida, a saber:

O Mago - A Sacerdotisa - A Papisa - A Imperatriz - O Imperador
O Hierofante - O Papa - Os Enamorados - O Carro - A Justiça - O Eremita
A Roda da Fortuna - A Força - O Enforcado - A Morte - o arcano sem nome
A Temperança - O Diabo - A Torre - A Estrela - A Lua - O Sol -O Julgamento
O Mundo - O Louco - o arcano sem número (também 22 ou 0)

Arcanos menores
2) Os Arcanos menores que expressam os resultados e as formas das idéias, contidos no primeiro conjunto, possui 56 arcanos distribuídos por quatro símbolos básicos: o Naipe de Ouros, o Naipe de Espadas, o Naipe de Copas e o Naipe de Paus. Por sua vez, cada naipe, possui dez arcanos numerados e quatro arcanos com figuras da corte medieval (Valete, Cavaleiro, Rainha, Rei).


Naipe de ouros
O naipe de ouros esta relacionado à nossa vida material,ás nossas conquistas financeiras, as conquistas profissionais e emfim a tudo que representa aquilo que pode ser tangivel em termos materiais. No naipe de ouros existe a possibilidade de com trabalho, disciplina e esforço nós conseguirmos conquistar a nossa segurança material. Isto significa comprar uma casa para morarmos, um carro que nos trará segurança e dinheiro para cobrir as nossas contas e despesas. Contudo, o ser humano é ambicioso e a ambição tem relação como o naipe de ouros. Devemos cultivar a ambição controlado e sem exageros assim como também uma atitudes de desapego as coisas materiais, porque senão nos tornaremos escravos da coisas materiais. Ora, devemos também ter cuidado para não nos envolvermos em corrupção pois o tentação de conquistar muito dinheiro e poder material poderá levar algumas pessoas a desonestidade e a ambição sem limites, fazendo qualquer coisa para conquistar riquezas materiais e dinheiro. Eu acho que o mais adquado seria nós trabalharmos, ganhar o nosso dinheirinho, ser generosos quando pudermos e vivermos em paz, isto é, sem termos problemas com a justiça. Outra característica do naipe de ouros é a dedicação, o esforço, o empenho que dedicamos nos estudos e no trabalho.

Naipe de Espadas

Naipe de Copas

Naipe de Paus

Método
A leitura do tarô é executada por meio de uma técnica específica, jogos e métodos a serem estudados. Porém, se tem observado não ser tão simples jogar o tarô, como o imaginário popular o faz crer. Médiuns, escolhidos ou estudiosos? Quem detém o conhecimento? Todos. No entanto, cada qual dentro de seu contexto. Lógico que em um processo mediúnico, o tarô, seria uma ligação espiritual entre o ser e o plano superior como qualquer outro instrumento o faria, tais como, a cristalomancia ou a piromancia. Por outro lado, existem as técnicas de leitura que com esforço, estudo e dedicação pode-se chegar ao mesmo ponto, neste caso, por pessoas que estão buscando o autoconhecimento e o desenvolvimento espiritual.


Origem
Muito se tem discutido sobre a origem das cartas de tarô onde alguns estudiosos afirmam que possua uma linhagem egípcia, indiana ou chinesa; no entanto, os mais antigos documentos e cartas de tarô (aquelas que lembram os baralhos ciganos) que se tem notícias são de origem italiana, francesa e espanhola - todas datando entre o século XV e o século XVI. Como por exemplo, o tarô de Visconti-Sforza produzido em Milão (Itália) por volta de 1450, ou ainda, o tarô de Jacques Vieville datado de 1623, Paris (França). Há controvérsias sobre seu uso original; pois alguns escritores ditam que ele foi criado para servir de divertimento aos nobres (existe um jogo italiano com o baralho completo de tarô que se chama Tarocchi ver: Tarô (jogo)) e outros enfatizam que continha segredos mágicos ocultos.

No entanto, é inegável que por muitos séculos tanto o aspecto lúdico quanto o adivinhatório foi desenvolvido simultaneamente. Pode-se afirmar que somente a partir do século XVIII com os primeiros estudos do mitólogo Antoine Court de Gebelin, seguido de seu discípulo ocultista Etteilla e, no século XIX, pelos cabalistas Eliphas Lévi e Papus (Gerard Encausse) e, também, por meio dos magistas Mac Gregor Matters, Aleister Crowley e Arthur Edward Waite é que o tarô se fortaleceu como uma arte totalmente mística e esotérica até os nossos dias. Atualmente, poucos lugares no mundo se joga o tarô como uma arte lúdica, a maioria o utiliza como uma ferramenta de autoconhecimento e orientação espiritual. Porém nem todos são assim, portanto cuidado, leia o tarot com pessoas com quem você confia, além disso a confiança é um papel importante no mundo dos negocios não é?



Referências
Alves, Lídia Maria. O Tarô, o Caminho da Autotransformação. Ed. Nova Era, 1995.
Banzhaf, Hajo. Manual do Tarô. Ed. Pensamento, 1992.
Banzhaf, Hajo. O Tarô e a Viagem do Herói, Ed. Pensamento, 2003.
Camargo, Pedro. Iniciação ao Tarô. Ed. Nova Era, 1992.
Dicta e Françoise. Mitos e Tarô. Ed. Pensamento, 1990.
Fiorovante, Celina. O Tarô da Prosperidade. Ed. Ground, 1995.
Heyss, Johann. Tarot de Thot. Ed. Nova Era, 2000.
Gad, Irene. Tarô e Individuação. Ed. Mandarim, 1996.
Gwain, Rose. Descobrindo seu interior através do Tarô. Ed. Cultrix, 1996.
Kaplan, Stuart. Tarô Clássico. Ed. Pensamento, 1989.
 

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